Lançado em junho pelo Ministério do Turismo, o Selo Turismo Responsável é um programa que estabelece boas práticas de higienização para cada segmento do setor. Seu objetivo é funcionar como um incentivo para que os consumidores se sintam seguros ao viajar e frequentar locais que cumpram protocolos específicos para a prevenção da Covid-19, posicionando o Brasil como um destino protegido e responsável.

Em Indaiatuba, o Conselho Municipal de Turismo (Comtur) se reuniu virtualmente na última quinta-feira, dia 20, para debater o tema e auxiliar o setor a buscar o Selo Turismo Responsável. O Ministério do Turismo destaca que o selo é opcional, mas acredita que ele poderá ser um importante diferencial para atender o novo perfil de turista que surgirá com a pandemia.

Para ter acesso ao selo, as empresas e guias de turismo precisam estar devidamente inscritos no Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos). Essa é a primeira etapa do Plano de Retomada do Turismo Brasileiro, coordenado pelo Ministério do Turismo, com o objetivo de diminuir os impactos da pandemia e preparar o setor para um retorno gradual às atividades.

Por meio do site oficial da iniciativa (www.turismo.gov.br/seloresponsavel), o Ministério do Turismo explica que “o selo representa um movimento importante para a retomada da atividade turística no Brasil, uma vez que há o entendimento por parte dos destinos turístico e do próprio setor de viagens que haverá uma demanda do turista por empreendimentos e atrativos que adotem medidas de proteção e segurança do ponto de vista sanitário”. A medida contribui para promover o Brasil como destino seguro e incentiva a retomada da atividade turística e a atração de turistas nacionais e internacionais.

Protocolos

O selo é gratuito e os interessados devem observar se atendem as orientações previstas no protocolo destinado ao segmento em que atua e estar com situação regular perante o Cadastur (cadastur.turismo.gov.br). Em caso positivo, é encaminhado para uma área do site onde pode realizar o download do selo para impressão, para que possa ser colado em local de fácil acesso ao cliente.

Todos os protocolos foram construídos em conjunto com os próprios segmentos, que poderão solicitar o selo, levando em conta protocolos adotados por entidades internacionais e receberão a validação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde.

O selo está disponível para 15 categorias do segmento turístico. São elas: meios de hospedagem; agências de turismo; transportadoras turísticas; organizadoras de eventos; parques temáticos; acampamentos turísticos; restaurantes, cafeterias, bares e similares; centros ou locais destinados a convenções e/ou feiras e a exposições e similares; parques temáticos aquáticos e empreendimentos dotados de equipamentos de entretenimento e lazer; marinas e empreendimentos de apoio ao turismo náutico ou à pesca desportiva; casas de espetáculos e equipamentos de animação turística; organizadores, promotores, prestadores de serviço de infraestrutura, locação de equipamentos, montadoras de feiras de negócios, exposições e eventos; locação de veículos para turistas; prestadores de serviços especializados na realização e promoção das diversas modalidades dos segmentos turísticos, inclusive atrações turísticas e empresas de planejamento; e guias de turismo.

Durante a reunião online, os integrantes do Comtur conheceram mais sobre a iniciativa e debateram ações para implementação do Selo Turismo Responsável em Indaiatuba. Segundo o Ministério do Turismo, até a primeira semana de agosto, o Selo Turismo Responsável foi solicitado por 12.450 prestadores de serviços turísticos no Brasil. Mais informações pelo telefone (19) 3875-6144.