Pela segunda vez consecutiva Indaiatuba é destaque na educação entre as cidades com mais de 200 mil habitantes.  O município é o primeiro no Estado de São Paulo e o segundo do Brasil com melhor Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2019. A educação da Rede Municipal conquistou o índice de 7.4, superando a meta de 7.1 prevista para 2021 e a média das escolas públicas do estado de São Paulo, que é 6.5.

Mais uma vez a Emeb “Osório Germano e Silva Filho” é a melhor escola do Estado com 8.8 no Ideb. Já as Emebs Áurea Moreira Costa (8.2) e Vicente Bernadinetti (8.1) se classificaram como a décima segunda e décima nona no ranking estadual.

Sobre o Ideb

O Ideb é um indicador de desempenho da educação básica divulgado a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC), e relaciona duas dimensões: o desempenho dos estudantes na Prova Brasil nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e a taxa de aprovação. O índice varia de 0 a 10: quanto maior for o desempenho dos alunos e o número de alunos promovidos, maior será o Ideb.

Criado em 2007, o Ideb representa a iniciativa de reunir em um só indicador, dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Inep a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas.

Desde 2007 a Rede Municipal de Ensino tem atingido a meta para os anos iniciais do Ensino Fundamental. O índice conquistado é o resultado de um grupo de ações integradas e planejadas que objetivam a qualidade educacional como: capacitações frequentes para professores, coordenadores e gestores; incentivo à participação das famílias; acompanhamento multissetorial ao aluno; identificação das escolas que exigem um acompanhamento maior da Secretaria para superar seus desafios; o investimento no apoio pedagógico paralelo aos alunos que demonstram defasagem de conteúdo ou dificuldade de aprendizagem; o investimento em tecnologia educacional para incrementar as aulas e a didática dos professores; a aquisição regular de inúmeros livros de literatura para servir o acervo bibliográfico das escolas e a construção de material didático próprio que privilegiaram as necessidades da Rede Municipal de Ensino.