Quem pratica esportes, seja profissional ou amador, está sujeito a ter as tão temidas lesões. Segundo dados da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), grande parte não estão associadas a colisões ou quedas, e sim à rotação e explosão muscular. Apenas 24,1% dos atletas se lesionam em choques, contra 39,2% com lesões musculares e 17,9% que sofrem torções. Das mais simples, como cãibras e contusões, até as mais complicadas, como rupturas de ligamentos e fraturas, elas são as principais causas de afastamento dos atletas das competições e treinos.

Existem várias maneiras para tratar e detectar as inflamações musculares, e um equipamento inovador vem ganhando cada vez mais espaço no meio esportivo, principalmente no futebol: as câmeras térmicas. A lesão causa um processo inflamatório que, consequentemente, altera a temperatura do local evidenciando o nível de inflamação. Desta forma, a termografia é capaz de perceber essa variação da temperatura, possibilitando um diagnóstico em tempo real, e proporcionando um feedback ao atleta sobre sua condição de saúde através de uma avaliação rápida, indolor e não invasiva.

A técnica permite diagnosticar e tratar a lesão por meio de imagens digitais formadas da temperatura corporal. “A termografia ajuda a montar treinos personalizados, mais eficientes, para tirar o máximo de proveito da rotina de treinamento. Se o fisiologista detecta uma anisotermia na imagem térmica com uma diferença significativa na temperatura, ele pode reduzir a carga naquela região para evitar uma lesão, ou para evitar que uma área já lesionada fique pior. Isso otimiza o trabalho do profissional, garantindo a precisão no diagnóstico da lesão”, afirma o especialista em termografia, Thomas Miliou, CEO da Poliscan Brasil - empresa que comercializa câmeras termográficas da líder mundial de mercado FLIR.

No Brasil, clubes de futebol, como o Flamengo, Grêmio, São Paulo e Avai, já usam essa tecnologia com resultados satisfatórios. “Muitas vezes a lesão existe, mas ainda sem sintomas, o que só mudará quando o atleta aumentar a carga, agravando o problema. Com a termografia é possível prevenir esse quadro e ainda ajuda a levar o treino ao limite individual do jogador, garantindo um melhor desempenho”, completa Dr. Marcio Tannure, médico do Flamengo que usa uma câmera da Poliscan desde 2015.

De acordo com o Dr. Luis Fernando Zukanovich Funchal, médico do time Avai, o clube adotou o uso do monitoramento térmico dos jogadores antes de cada treino, usando o espaço de seu laboratório de Fisiologia e análise físico nutricionais, idealizado e constituído com o patrocínio da Vita For. “Por conta da pandemia, aproveitamos a mesma câmera térmica para realizar triagem térmica diária de estado febril, dessa forma, além de prevenir o quadro de lesão, a termografia ajuda na triagem térmica dos jogadores, junto com testes de covid-19, como parte das medidas contra a pandemia”, completa o médico.


Sobre a Poliscan Brasil

Há 11 anos, a Poliscan Brasil atua no segmento da saúde, comercializando, no Brasil e toda América Latina, a marca FLIR, líder mundial na fabricação de câmeras de termografia infravermelha com mais de 50 anos de mercado.

A Poliscan fornece câmeras para hospitais, clínicas médicas, veterinárias, fisioterapêuticas, empresas privadas, como a Samsung e a LG, e times de futebol, como Flamengo, Grêmio e Avaí. Sua tecnologia é a mais avançada e a única adequada para aferições de saúde e triagem de febre, com sensibilidade capaz de medições tão precisas quanto 0,07 °C — enquanto no Brasil, outras câmeras disponíveis, hoje, são inadequadas para uso na saúde, com margem de erro de até 5 graus.

Conheça mais: https://poliscanbrasil.com.br/

Instagram: @poliscanbrasil

Sala de termografia do Avaí